
17/02/2015
Rapaz quebra camada de gelo para salvar cachorro no rio congelado, mas infelizmente...
... infelizmente para a dona Morte, não vai ser dessa vez que ela vai levar esse totó! Parabéns ao rapaz por esse belíssimo ato!
12/02/2015
O cachorro comeu o braço da boneca preferida de uma menina. Então o pai dela entrou em ação

O cachorro comeu o braço da boneca.
06/02/2015
Ovelha pensa que é cachorro e só anda junto dos border collies de pastoreio
Um ovelha faz sucesso no Reino Unido por se comportar como um cão. A ovelha de 10 meses não sai perto dos border collies e pensa que é um cão pastor. Segundo a dona Mairi Mackenzie, os cães não estranharam a presença da ovelha.
04/02/2015
"Pitbull salsicha" abandonado faz sucesso na internet em busca de um novo lar
Parece produto de manipulação com Photoshop. Mas não é! Rami é um misto de pitbull e dachshund: na verdade, a cabeça do primeiro no corpo do segundo.

Ele está procurando por um novo lar e já virou fenômeno na internet. A maior parte chama Rami de "fofo", mas alguns o descrevem como "alienígena" e "dinossauro".

A Moultrie Colquitt County Humane Society, sociedade protetota dos animais de Moultrie (Geórgia, EUA), está aceitando a inscrição de interessados em adotar esse animal raro, que foi abandonado, segundo a Fox.
De acordo com o site "Designer Mixes", especialista em raças de cães, a mistura tem o nome de Doxbull ou Pitwee. Esse tipo de animal pode chegar a 11 quilos.
Rami é "cheio de energia, mas não ouve muito bem". As suas orelhas foram cortadas antes de ele ir para o abrigo.
via O Globo
03/02/2015
TAM perde cachorra que deveria ter viajado com as donas faz proposta absurda de indenização
Mais um sério caso de descuido no transporte de animais pela TAM ocorre cerca de um mês após o incidente envolvendo a cadelinha Sofia. Dessa vez, o caso continua sem uma explicação plausível 15 dias após o desaparecimento da cachorra Mel, mestiça de vira-lata e boxer, com porte médio e sete anos de idade.
Mel deveria ter viajado no dia 18 de janeiro no voo TAM JJ3398 entre o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e a cidade de Salvador, na Bahia, mas acabou sumindo antes mesmo de ser embarcada. A cachorra vivia em Santo André (SP) com a estudante de administração Amanda dos Santos, 17, e sua mãe, a auxiliar de escritório Marlene dos Santos, 46.
Mel estava viajando com a avó de Amanda, a aposentada Francisca Salustiana dos Santos, 68, para Feira de Santana, interior da Bahia. Seguindo as normas da TAM para o transporte de animais, Mel havia passado por consultas veterinárias e tomado as vacinas exigidas para a viagem.
Mel deveria ter viajado no dia 18 de janeiro no voo TAM JJ3398 entre o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e a cidade de Salvador, na Bahia, mas acabou sumindo antes mesmo de ser embarcada. A cachorra vivia em Santo André (SP) com a estudante de administração Amanda dos Santos, 17, e sua mãe, a auxiliar de escritório Marlene dos Santos, 46.

Mel estava viajando com a avó de Amanda, a aposentada Francisca Salustiana dos Santos, 68, para Feira de Santana, interior da Bahia. Seguindo as normas da TAM para o transporte de animais, Mel havia passado por consultas veterinárias e tomado as vacinas exigidas para a viagem.
Mel estava acomodada em uma caixa de transporte grande, com porta de metal e um cadeado na trava durante o check-in, seguindo a regulamentação para o transporte de animais. Como a cachorrinha e a caixa pesavam juntas 12,60 kg –acima dos 7 kg permitidos pela TAM para o transporte dentro da cabine – Mel precisava ser embarcada no bagageiro. A TAM cobrou R$ 354 pelo transporte da cadelinha no percurso, que deveria durar cerca de duas horas.
O voo JJ3398 estava previsto para 21h50, mas atrasou. Ainda na sala de embarque, Francisca foi informada por funcionários da TAM de que Mel havia fugido e não chegaria ao destino com ela. “Disseram à minha avó que só começariam a procurá-la no dia seguinte, pois já estava escuro e não havia nada que pudessem fazer naquele horário. Falaram para ela não se preocupar, que assim que ela fosse encontrada a entregariam na casa dela, na Bahia”, conta Amanda, indignada.
Descaso
O pesadelo estava apenas começando. Na manhã seguinte, em busca de informações via telefone, a TAM e a GRUAirport, administradora do aeroporto de Guarulhos, passaram a responsabilizar uma à outra pelo caso, conforme narra Amanda. “Abri um processo com a ouvidoria da TAM, que confirmou que a responsabilidade é mesmo da companhia aérea”, conta a estudante.
“Ficaram de me dar um retorno em até cinco dias, ou antes, se encontrassem a Mel, mas ninguém dá nenhuma informação. Quando tento retornar a ligação para a ouvidoria, passo muito tempo esperando, não me atendem ou a ligação cai assim que menciono o meu caso. É um total descaso e desrespeito”, diz. Um supervisor de bagagens da TAM que se identificou como Allan passou a trocar com Amanda mensagens instantâneas às quais o Todos a Bordo teve acesso. Allan enviou uma foto frontal (abaixo) pouco nítida da caixa de transporte de Mel, onde se percebe que a porta de metal está inteira, com o cadeado intacto, mas deslocada para o interior da caixa.
Como é impossível tirar qualquer conclusão a partir da foto, Amanda solicitou que Allan enviasse mais imagens. O pedido não foi atendido. Em e-mails ao setor de bagagens da TAM aos quais a reportagem também teve acesso, Amanda exigiu respostas concretas sobre as buscas de sua cachorra e a análise das câmeras de segurança do aeroporto –a empresa também ignorou essa solicitação.
Em resposta aos e-mails, em 24 de janeiro, uma funcionária da TAM chamada Cleonice diz que: “Estamos fazendo as buscas de sua cachorra diariamente, pois a aérea externa do aeroporto é bastante grande, com vários equipamentos que ficam estacionados, no entanto até o momento ela não foi encontrada”. A mensagem diz ainda: “Os departamento [sic] de indenização já foi acionado, e entrará em contato com a senhora em breve”.
Amanda respondeu que não estava interessada em indenizações, mas sim em sua cachorra.
O paradeiro da caixa de transporte é outra incógnita no caso. Segundo Amanda, funcionários da TAM se recusam a mostrar a peça. “Disseram que a caixa estava com Polícia Federal em uma área restrita do aeroporto à qual não poderíamos ter acesso, o que não faz o menor sentido.”
Sem se convencer, mãe e filha fizeram um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil do aeroporto e procuram advogados para mover uma ação judicial contra a TAM. A família também mobilizou ONGs de proteção animal e iniciou uma campanha em redes sociais pela busca de Mel e contra a companhia aérea.
Ao longo da última semana, Amanda foi contatada por dois funcionários da TAM.
“Na última quarta-feira (28/1), um funcionário chamado William me telefonou para perguntar se aceitaríamos que a TAM nos desse outro cão, de qualquer raça, à nossa escolha. Fiquei furiosa. Disse que não, que eu queria a minha Mel e não qualquer outro cachorro”, conta Amanda.
“Ele voltou a ligar para minha mãe com a mesma oferta e quis conversar pessoalmente conosco. Obviamente não aceitamos. É muita falta de sensibilidade”, explica. No dia 30 de janeiro, ainda de acordo com Amanda, uma nova funcionária da TAM entrou em contato para dizer que a empresa se responsabilizaria pelos custos relacionados ao desaparecimento de Mel e que ressarciria os R$ 354 cobrados pelo transporte do animal.
Segundo Amanda, Mel é dócil e sociável. “Estamos desesperadas sem saber onde ela pode estar e como ela está passando. Estamos decepcionadas e indignadas com o descaso, mal atendimento e falta de sensibilidade da TAM”, diz.
Resposta da TAM
Procurada pelo Todos a Bordo, a TAM respondeu que “se sensibiliza com o ocorrido e informa que empreende todos os esforços para localizar a cachorra Mel a fim de devolvê-la a sua dona”.
A empresa diz não ter conhecimento da oferta de um cão feita às donas de Mel.
A companhia afirma que “pratica controles rígidos para aceitação e transporte de animais a bordo e preza pela integridade física, pela saúde e pela segurança ao transportá-los em seus voos. Mensalmente, a companhia transporta 4 mil animais em suas aeronaves”.
Informações sobre o paradeiro de Mel podem ser enviadas para o fale.todosabordo@gmail.com
O voo JJ3398 estava previsto para 21h50, mas atrasou. Ainda na sala de embarque, Francisca foi informada por funcionários da TAM de que Mel havia fugido e não chegaria ao destino com ela. “Disseram à minha avó que só começariam a procurá-la no dia seguinte, pois já estava escuro e não havia nada que pudessem fazer naquele horário. Falaram para ela não se preocupar, que assim que ela fosse encontrada a entregariam na casa dela, na Bahia”, conta Amanda, indignada.
Descaso
O pesadelo estava apenas começando. Na manhã seguinte, em busca de informações via telefone, a TAM e a GRUAirport, administradora do aeroporto de Guarulhos, passaram a responsabilizar uma à outra pelo caso, conforme narra Amanda. “Abri um processo com a ouvidoria da TAM, que confirmou que a responsabilidade é mesmo da companhia aérea”, conta a estudante.

“Ficaram de me dar um retorno em até cinco dias, ou antes, se encontrassem a Mel, mas ninguém dá nenhuma informação. Quando tento retornar a ligação para a ouvidoria, passo muito tempo esperando, não me atendem ou a ligação cai assim que menciono o meu caso. É um total descaso e desrespeito”, diz. Um supervisor de bagagens da TAM que se identificou como Allan passou a trocar com Amanda mensagens instantâneas às quais o Todos a Bordo teve acesso. Allan enviou uma foto frontal (abaixo) pouco nítida da caixa de transporte de Mel, onde se percebe que a porta de metal está inteira, com o cadeado intacto, mas deslocada para o interior da caixa.
Como é impossível tirar qualquer conclusão a partir da foto, Amanda solicitou que Allan enviasse mais imagens. O pedido não foi atendido. Em e-mails ao setor de bagagens da TAM aos quais a reportagem também teve acesso, Amanda exigiu respostas concretas sobre as buscas de sua cachorra e a análise das câmeras de segurança do aeroporto –a empresa também ignorou essa solicitação.

Em resposta aos e-mails, em 24 de janeiro, uma funcionária da TAM chamada Cleonice diz que: “Estamos fazendo as buscas de sua cachorra diariamente, pois a aérea externa do aeroporto é bastante grande, com vários equipamentos que ficam estacionados, no entanto até o momento ela não foi encontrada”. A mensagem diz ainda: “Os departamento [sic] de indenização já foi acionado, e entrará em contato com a senhora em breve”.
Amanda respondeu que não estava interessada em indenizações, mas sim em sua cachorra.
O paradeiro da caixa de transporte é outra incógnita no caso. Segundo Amanda, funcionários da TAM se recusam a mostrar a peça. “Disseram que a caixa estava com Polícia Federal em uma área restrita do aeroporto à qual não poderíamos ter acesso, o que não faz o menor sentido.”
Sem se convencer, mãe e filha fizeram um boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil do aeroporto e procuram advogados para mover uma ação judicial contra a TAM. A família também mobilizou ONGs de proteção animal e iniciou uma campanha em redes sociais pela busca de Mel e contra a companhia aérea.
Ao longo da última semana, Amanda foi contatada por dois funcionários da TAM.
“Na última quarta-feira (28/1), um funcionário chamado William me telefonou para perguntar se aceitaríamos que a TAM nos desse outro cão, de qualquer raça, à nossa escolha. Fiquei furiosa. Disse que não, que eu queria a minha Mel e não qualquer outro cachorro”, conta Amanda.
“Ele voltou a ligar para minha mãe com a mesma oferta e quis conversar pessoalmente conosco. Obviamente não aceitamos. É muita falta de sensibilidade”, explica. No dia 30 de janeiro, ainda de acordo com Amanda, uma nova funcionária da TAM entrou em contato para dizer que a empresa se responsabilizaria pelos custos relacionados ao desaparecimento de Mel e que ressarciria os R$ 354 cobrados pelo transporte do animal.

Segundo Amanda, Mel é dócil e sociável. “Estamos desesperadas sem saber onde ela pode estar e como ela está passando. Estamos decepcionadas e indignadas com o descaso, mal atendimento e falta de sensibilidade da TAM”, diz.
Resposta da TAM
Procurada pelo Todos a Bordo, a TAM respondeu que “se sensibiliza com o ocorrido e informa que empreende todos os esforços para localizar a cachorra Mel a fim de devolvê-la a sua dona”.
A empresa diz não ter conhecimento da oferta de um cão feita às donas de Mel.
A companhia afirma que “pratica controles rígidos para aceitação e transporte de animais a bordo e preza pela integridade física, pela saúde e pela segurança ao transportá-los em seus voos. Mensalmente, a companhia transporta 4 mil animais em suas aeronaves”.
Informações sobre o paradeiro de Mel podem ser enviadas para o fale.todosabordo@gmail.com
via UOL











